Futebol Pós-Pelé

O FUTEBOL BRASILEIRO E SUAS HISTÓRIAS

Cortesia do Caipira Uai

O FUTEBOL PÓS-PELÉ

    A Copa de 1974 é realizada na Alemanha e mais uma vez confirma a regra: o favorito vence em casa e os alemães comandados por Beckenbauer superam a extraordinária seleção holandesa de Cruyff. A Copa da Alemanha marca o início do chamado futebol força, no qual prevalece a forma física dos jogadores e as estratégias táticas, em detrimento do talento. O mesmo acontece na Copa seguinte, realizada na Argentina, com os holandeses novamente sendo superados pelos donos da casa.

    Em 1982, na Copa da Espanha, a talentosa seleção brasileira não consegue superar a organização tática  italiana e perde o título praticamente certo. Em 1986, na Copa improvisadamente realizada no México por desistência da Colômbia,  no entanto,  o talento novamente volta a vencer uma Copa, como  ocorrera com Pelé (1958 e 1970) e Garrincha (1962). Entra em campo um baixinho arrogante, de corpo disforme, mas de futebol estonteante: Maradona, que encanta o mundo com sua extrema habilidade e conquista o título para os argentinos.

    Na Copa de 1990,  na Itália, a organizada seleção alemã supera os donos da casa e a seleção brasileira tem um dos piores desempenhos de sua história em Copas do Mundo.

    O Brasil volta a vencer em 1994, na Copa dos Estados Unidos, graças a Romário e à sorte, ganhando o título nos pênaltis. Sem conseguir vencer há mais de 20 anos, e já não dispondo dos talentos que desequilibravam, nossa seleção aderiu ao chamado  futebol de resultados e venceu. Sem brilho, mas venceu.

    A Copa de 1998, na França, trazia a grande expectativa do retorno do futebol-maravilha brasileiro, com Ronaldinho e Cia. Acontece que desta vez a França era um dos favoritos e jogava em casa, entrando para o seleto grupo de países que vencem Copas do Mundo.

Caipira Uai


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